Viu Review - Power
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Power

Elenco
Omar Hardwick, Naturi Naughton, Joseph Sikora
Ano
2014
País
EUA

Drama Globoplay ml-investigação ml-violencia ml-empreendedorismo ml-vince-gilligan ml-drogas ml-trafico ml-lcp

Power

"Power" é mais uma daquelas séries como "Ozark" que você só vai precisar de um ou dois episódios para se perguntar: "por que eu não assisti essa maravilha antes?". Produzida pela talentosa Courtney A. Kemp, uma da mentes criativas por trás de "The Good Wife" e produzida com status de superprodução pelo rapper 50 Cent, "Power" é uma versão cosmopolita e luxuosa de "Breaking Bad" e da já citada "Ozark". Embora conceitualmente as séries sejam completamente diferentes, o elemento base que une as três (e algumas outras) séries é exatamente o mesmo: o viciante lado obscuro e elegante do poder e do dinheiro!

Aqui, conhecemos James Saint Patrick (Omari Hardwick), cujo apelido nas ruas é “Ghost" (ou "Fantasma”) por comandar o submundo do narcotráfico sem nunca ter levantado qualquer suspeita. Um indivíduo que abriu uma boate para lavar dinheiro, mas que atualmente começa a repensar suas ações pelo amor à sua família e a vontade de sair do pesado mundo do crime. Confira a apresentação oficial da série (em inglês):

Inicialmente o que nos chama muito a atenção é a qualidade visual da série, desde a abertura extremamente elegante, passando por uma fotografia belíssima da noite de Nova York até chegar em uma das melhores trilhas sonoras dos últimos anos. A grande verdade é que tudo em "Power" nos é apresentado com certo glamour e isso encanta a audiência, provoca nossos sentidos e nos coloca em posição de privilégio na narrativa. Esse luxo absurdo funciona, propositalmente, como um gatilho para "justificar" tudo que assistimos na trama - mais ou menos como em "Succession".

Ao focar no ponto de vista da organização criminosa para contar sua história, "Power" bebe na fonte de "Breaking Bad" para apresentar personagens cheios de fraquezas, que são humanos e com muitas camadas, inteligentes e audaciosos, mas também sem escrúpulos, onde "os fins justificam os meios" - daqueles que são capazes de tudo para lidar com suas escolhas e com o crime, sempre com o objetivo de acumular mais poder e dinheiro (mesmo que com a desculpa de encontrar a liberdade). Veja, se a série nao tem a inventividade de Vince Gilligan, pode ter certeza que Kemp também imprime sua identidade e muita potência na narrativa - muitas vezes até abusando da violência e do sexo.

Quando entendemos que a busca pelos sonhos a qualquer custo, o medo do fracasso, a luta pela ascensão social e as estratégias para se manter no topo movem a história, nos conectamos imediatamente com os personagens, não pela forma como eles buscam seus objetivos, mas pelo valor de toda a jornada - o fato do protagonista respeitar apenas um código de honra acima de tudo (e adivinhem...): a família; no faz torcer ainda mais por ele e entender seus motivos; exatamente como na época de Walter White.

"Power" é viciante e não por acaso garantiu a renovação da série por mais cinco temporadas, totalizando seis anos e com um final planejado - todos os episódios, inclusive, já estão disponíveis no Globoplay depois do acordo com a Starz . Vale muito a pena!

Assista Agora

"Power" é mais uma daquelas séries como "Ozark" que você só vai precisar de um ou dois episódios para se perguntar: "por que eu não assisti essa maravilha antes?". Produzida pela talentosa Courtney A. Kemp, uma da mentes criativas por trás de "The Good Wife" e produzida com status de superprodução pelo rapper 50 Cent, "Power" é uma versão cosmopolita e luxuosa de "Breaking Bad" e da já citada "Ozark". Embora conceitualmente as séries sejam completamente diferentes, o elemento base que une as três (e algumas outras) séries é exatamente o mesmo: o viciante lado obscuro e elegante do poder e do dinheiro!

Aqui, conhecemos James Saint Patrick (Omari Hardwick), cujo apelido nas ruas é “Ghost" (ou "Fantasma”) por comandar o submundo do narcotráfico sem nunca ter levantado qualquer suspeita. Um indivíduo que abriu uma boate para lavar dinheiro, mas que atualmente começa a repensar suas ações pelo amor à sua família e a vontade de sair do pesado mundo do crime. Confira a apresentação oficial da série (em inglês):

Inicialmente o que nos chama muito a atenção é a qualidade visual da série, desde a abertura extremamente elegante, passando por uma fotografia belíssima da noite de Nova York até chegar em uma das melhores trilhas sonoras dos últimos anos. A grande verdade é que tudo em "Power" nos é apresentado com certo glamour e isso encanta a audiência, provoca nossos sentidos e nos coloca em posição de privilégio na narrativa. Esse luxo absurdo funciona, propositalmente, como um gatilho para "justificar" tudo que assistimos na trama - mais ou menos como em "Succession".

Ao focar no ponto de vista da organização criminosa para contar sua história, "Power" bebe na fonte de "Breaking Bad" para apresentar personagens cheios de fraquezas, que são humanos e com muitas camadas, inteligentes e audaciosos, mas também sem escrúpulos, onde "os fins justificam os meios" - daqueles que são capazes de tudo para lidar com suas escolhas e com o crime, sempre com o objetivo de acumular mais poder e dinheiro (mesmo que com a desculpa de encontrar a liberdade). Veja, se a série nao tem a inventividade de Vince Gilligan, pode ter certeza que Kemp também imprime sua identidade e muita potência na narrativa - muitas vezes até abusando da violência e do sexo.

Quando entendemos que a busca pelos sonhos a qualquer custo, o medo do fracasso, a luta pela ascensão social e as estratégias para se manter no topo movem a história, nos conectamos imediatamente com os personagens, não pela forma como eles buscam seus objetivos, mas pelo valor de toda a jornada - o fato do protagonista respeitar apenas um código de honra acima de tudo (e adivinhem...): a família; no faz torcer ainda mais por ele e entender seus motivos; exatamente como na época de Walter White.

"Power" é viciante e não por acaso garantiu a renovação da série por mais cinco temporadas, totalizando seis anos e com um final planejado - todos os episódios, inclusive, já estão disponíveis no Globoplay depois do acordo com a Starz . Vale muito a pena!

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