Viu Review - StartUp
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StartUp

Elenco
Adam Brody, Edi Gathegi, Otmara Marrero
Ano
2016
País
EUA

Drama Prime Video ml-real ml-relacoes ml-empreendedorismo ml-drogas ml-tecnologia ml-trafico ml-ff

StartUp

“StartUp” possui uma pontinha de semelhança com séries de sucesso, como “Breaking Bad” e “Ozark”. Essa pontinha concentra-se no fato de que as três produções possuem protagonistas controversos que, mesmo praticando algum tipo de crime - em todos os casos com envolvimento do tráfico de drogas - conseguem despertar a nossa simpatia e torcida. Fora isso, todas possuem aquelas sequências inesperadas que acabam chocando e surpreendendo a audiência! A comparação pode até parecer um pouco exagerada, e de fato é, mas serve para dar um indicativo se você irá curtir a série ou não. Inclusive, é bom frisar que “StartUp” não possui a mesma qualidade das atrações citadas, portanto não esperem nada acima da média, mas é inegável que se trata de um ótimo entretenimento.

Com uma trama que se divide em quatro grandes núcleos, cada um com o seu protagonista, a série vai aos poucos juntando essas histórias e conectando todos esses personagens. O enredo mistura temas relacionados ao mundo digital, com uma trama policial envolvendo falcatruas financeiras e, como já mencionado, o tráfico de drogas. Nick (Adam Brody), um investidor visionário; Izzy (Otmara Marrero) uma hacker de origem latina e Ronald (Edi Gathegi), um traficante cubano. Estes três amigos improváveis se juntam para criar uma startup de criptomoedas. E para completar o quarteto, a trama apresenta ainda o policial corrupto Phil Rask (Martin Freeman) que irá investigar as atividades suspeitas desta recém-criada empresa de moeda digital. Confira o trailer (em inglês):

Dentre os núcleos citados, apenas o que envolve o policial corrupto acaba não tendo um bom desenvolvimento, já que o personagem acaba sendo “esquecido” com o decorrer das temporadas. A série começa morna e vai esquentando aos poucos, por isso aconselho não desistir dela logo de cara. No entanto, não posso deixar de destacar também que a narrativa pode soar um pouco repetitiva ao longo de três temporadas, como se estivesse andando em círculos - mas os mais atentos vão perceber que existem camadas das mais interessantes na história (e nos seus personagens) que nos prende de uma forma impressionante.  

“Startup” é um raro caso parecido com "Cobra Kai" - a série foi lançada em 2016 pelo finado serviço de streaming da Sony, o Crackle. Com tratamento de superprodução, esse Original não teve grande repercussão até chegar no catálogo da Netflix em 2021. Na nova casa, a série mudou seu status de "desconhecida" para "grande sucesso" e imediatamente os rumores de uma quarta temporada passaram a surgir nos sites especializados.

De qualquer forma, mesmo sem nenhuma confirmação até aqui, ainda vale a recomendação e a maratona já que “Startup” aproveita de um assunto que muita gente gosta, e que está em alta, para construir uma trama interessante, inteligente e muito empolgante - eu diria que é algo bem na linha do excelente entretenimento de "Halt and Catch Fire", mas com um leve toque de thriller policial. 

Vale seu play!

Escrito por Lucio Tannure - uma parceria @dicas_pra_maratonar

Assista Agora

“StartUp” possui uma pontinha de semelhança com séries de sucesso, como “Breaking Bad” e “Ozark”. Essa pontinha concentra-se no fato de que as três produções possuem protagonistas controversos que, mesmo praticando algum tipo de crime - em todos os casos com envolvimento do tráfico de drogas - conseguem despertar a nossa simpatia e torcida. Fora isso, todas possuem aquelas sequências inesperadas que acabam chocando e surpreendendo a audiência! A comparação pode até parecer um pouco exagerada, e de fato é, mas serve para dar um indicativo se você irá curtir a série ou não. Inclusive, é bom frisar que “StartUp” não possui a mesma qualidade das atrações citadas, portanto não esperem nada acima da média, mas é inegável que se trata de um ótimo entretenimento.

Com uma trama que se divide em quatro grandes núcleos, cada um com o seu protagonista, a série vai aos poucos juntando essas histórias e conectando todos esses personagens. O enredo mistura temas relacionados ao mundo digital, com uma trama policial envolvendo falcatruas financeiras e, como já mencionado, o tráfico de drogas. Nick (Adam Brody), um investidor visionário; Izzy (Otmara Marrero) uma hacker de origem latina e Ronald (Edi Gathegi), um traficante cubano. Estes três amigos improváveis se juntam para criar uma startup de criptomoedas. E para completar o quarteto, a trama apresenta ainda o policial corrupto Phil Rask (Martin Freeman) que irá investigar as atividades suspeitas desta recém-criada empresa de moeda digital. Confira o trailer (em inglês):

Dentre os núcleos citados, apenas o que envolve o policial corrupto acaba não tendo um bom desenvolvimento, já que o personagem acaba sendo “esquecido” com o decorrer das temporadas. A série começa morna e vai esquentando aos poucos, por isso aconselho não desistir dela logo de cara. No entanto, não posso deixar de destacar também que a narrativa pode soar um pouco repetitiva ao longo de três temporadas, como se estivesse andando em círculos - mas os mais atentos vão perceber que existem camadas das mais interessantes na história (e nos seus personagens) que nos prende de uma forma impressionante.  

“Startup” é um raro caso parecido com "Cobra Kai" - a série foi lançada em 2016 pelo finado serviço de streaming da Sony, o Crackle. Com tratamento de superprodução, esse Original não teve grande repercussão até chegar no catálogo da Netflix em 2021. Na nova casa, a série mudou seu status de "desconhecida" para "grande sucesso" e imediatamente os rumores de uma quarta temporada passaram a surgir nos sites especializados.

De qualquer forma, mesmo sem nenhuma confirmação até aqui, ainda vale a recomendação e a maratona já que “Startup” aproveita de um assunto que muita gente gosta, e que está em alta, para construir uma trama interessante, inteligente e muito empolgante - eu diria que é algo bem na linha do excelente entretenimento de "Halt and Catch Fire", mas com um leve toque de thriller policial. 

Vale seu play!

Escrito por Lucio Tannure - uma parceria @dicas_pra_maratonar

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