Viu Review - Upload
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Upload

Elenco
Robbie Amell, Andy Allo, Zainab Johnson
Ano
2020
País
EUA

Lançamentos Comédia Amazon ml-romantica ml-relacoes ml-pastelão ml-tecnologia ml-casal ml-bm ml-mk

Upload

"Upload", nova série produzida pela Amazon para o seu Prime Vídeo, poderia ser, tranquilamente, um episódio engraçadinho (com uma ótima discussão existencial) de "Black Mirror" - já com grande potencial para um spin-off como "Nosedive" ou "San Junipero". Embora minha preferência seja pelos episódios mais dramáticos da série, é inegável que, desde sua criação, "Black Mirror" trás em seu DNA essa alternância inteligente e criativa entre gêneros. "Upload" não é uma antologia episódica, mas se aproveita dessa mesma estratégia para estabelecer seu universo e transitar entre vários temas, tendo como pano de fundo a tecnologia - e como tom, um certo sarcasmo!

Nathan Brown (Robbie Amell) é um jovem programador que, após sofrer um acidente bastante suspeito em um carro autônomo, tem seu "upload" feito para viver em uma espécie de paraíso tecnológico chamado Lakeview. Lá, ele percebe que a experiência pós-vida, exaustivamente anunciada pelo marketing da empresa "Horizon", não é tão perfeita quanto ele imaginava. Caro e vigiado por uma espécie de serviço de assistência 24h, chamado "Angel", Nathan percebe que estar alí não é um privilégio e sim a solução que sua namorada Ingrid Kannerman (Allegra Edwards) encontrou para manter seu relacionamento eternamente - já que a interação entre vivos e "mortos" funciona através de Realidade Virtual. Confira o trailer:

"Upload" é uma mistura de "Black Mirror" (Netflix) com "Silicon Valley" (HBO) já que toda tecnologia nos é apresentada em uma versão (propositalmente) exagerada e com várias referências que, para os amantes desse universo, serão facilmente percebidas. Além disso, o roteiro insere várias situações que funcionam como uma espécie de crítica social - a própria contratação dos planos para viver nessa "eternidade virtual" se baseia em elementos que estamos bem acostumados, como a diferença entre aqueles que podem se dar ao luxo de comprar um pacote de dados ilimitados e outros que usam um "pré-pago" de 2GB que limitam suas ações e travam sua existência  até o mês seguinte assim que o pacote acaba. De fato esses paralelos são divertidos e transformaram essa primeira temporada em um ótimo (e leve) entretenimento. Vale a pena o seu play!

Assista Agora ou

"Upload", nova série produzida pela Amazon para o seu Prime Vídeo, poderia ser, tranquilamente, um episódio engraçadinho (com uma ótima discussão existencial) de "Black Mirror" - já com grande potencial para um spin-off como "Nosedive" ou "San Junipero". Embora minha preferência seja pelos episódios mais dramáticos da série, é inegável que, desde sua criação, "Black Mirror" trás em seu DNA essa alternância inteligente e criativa entre gêneros. "Upload" não é uma antologia episódica, mas se aproveita dessa mesma estratégia para estabelecer seu universo e transitar entre vários temas, tendo como pano de fundo a tecnologia - e como tom, um certo sarcasmo!

Nathan Brown (Robbie Amell) é um jovem programador que, após sofrer um acidente bastante suspeito em um carro autônomo, tem seu "upload" feito para viver em uma espécie de paraíso tecnológico chamado Lakeview. Lá, ele percebe que a experiência pós-vida, exaustivamente anunciada pelo marketing da empresa "Horizon", não é tão perfeita quanto ele imaginava. Caro e vigiado por uma espécie de serviço de assistência 24h, chamado "Angel", Nathan percebe que estar alí não é um privilégio e sim a solução que sua namorada Ingrid Kannerman (Allegra Edwards) encontrou para manter seu relacionamento eternamente - já que a interação entre vivos e "mortos" funciona através de Realidade Virtual. Confira o trailer:

"Upload" é uma mistura de "Black Mirror" (Netflix) com "Silicon Valley" (HBO) já que toda tecnologia nos é apresentada em uma versão (propositalmente) exagerada e com várias referências que, para os amantes desse universo, serão facilmente percebidas. Além disso, o roteiro insere várias situações que funcionam como uma espécie de crítica social - a própria contratação dos planos para viver nessa "eternidade virtual" se baseia em elementos que estamos bem acostumados, como a diferença entre aqueles que podem se dar ao luxo de comprar um pacote de dados ilimitados e outros que usam um "pré-pago" de 2GB que limitam suas ações e travam sua existência  até o mês seguinte assim que o pacote acaba. De fato esses paralelos são divertidos e transformaram essa primeira temporada em um ótimo (e leve) entretenimento. Vale a pena o seu play!

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